Dos escombros insistiu em suscitar
E o medo para abalar
O lugar onde meu pé pisou
Omitir quem eu sou
E me fazer olhar para trás
Para o que restou; a estigma restou
Olhe para o alto
Não se perca aqui
Conclua, até o último homem, /partir/ até o último dia
Pra descobrir o que a vida te custou
Pela semente que caiu em terra
Não a deixe morrer
Mas sob cuidado, te extende a espera
Vise o fruto que um dia dará a ti tornar
*****
A fumaça veio me assombrar
Dos escombros insistiu em suscitar
E o medo para abalar
O lugar onde meu pé pisou
Omitir quem eu sou
E me fazer olhar para trás
Para o que restou
A estigma restou
Olhe para o alto
Não se perca aqui
Conclua; até o último homem
Até o dia em que eu partir
Pra descobrir o que a vida te custou
Pela semente que caiu em terra
Dos escombros insistiu em suscitar
E o medo para abalar
O lugar onde meu pé pisou
Omitir quem eu sou
E me fazer olhar para trás
Para o que restou
A estigma restou
Olhe para o alto
Não se perca aqui
Conclua; até o último homem
Até o dia em que eu partir
Pra descobrir o que a vida te custou
Pela semente que caiu em terra
E a princípio não prosperou
Não a deixe esquecida
Mas sob teu cuidado,
Te entrega à causa
te submete a espera
Assume a lida
E visa o fruto que a ti tornará ela
*******
Não a deixe esquecida
Mas sob teu cuidado,
Te entrega à causa
te submete a espera
Assume a lida
E visa o fruto que a ti tornará ela
*******
Visa o fruto e verás o que um dia a semente te tornará
Mas sob cuidado, te extende a espera
Vise o fruto que um dia dará a ti tornar
Vise o fruto que um dia dará a ti tornar
te extende à espera
Vise o fruto que um dia dará a ti tornar
Vise o fruto que um dia dará a ti tornar
Portanto, antes que seque
********
A fumaça veio me assombrar,
Dos escombros insistiu em suscitar
E o medo para abalar,
O lugar onde o meu pé pisou.
Omitir quem eu sou
E me fazer olhar para trás,
Para o que restou;
A estigma restou.
Olhe para o alto,
Não se perca aqui,
Conclua; até o último homem,
Até o dia em que eu partir.
********
Pra descobrir o que a vida te custou
Pela semente que caiu em terra
Pela semente que caiu em terra
E a princípio não prosperou
Não a deixe esquecida
Mas sob teu cuidado,
Te entrega à causa
te submete a espera
Assume a lida
E visa o fruto que ela a ti tornará
Se podes ver, trabalha
Te resta tão somente tocar
Não a deixe esquecida
Mas sob teu cuidado,
Te entrega à causa
te submete a espera
Assume a lida
E visa o fruto que ela a ti tornará
Se podes ver, trabalha
Te resta tão somente tocar
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POEMA MEDO A fumaça veio me assombrar,
Dos escombros insistiu em suscitar
E o medo para abalar,
O lugar onde o meu pé pisou.
Omitir quem eu sou
E me fazer olhar para trás,
Para o que restou;
A estigma restou.
Olhe para o alto,
Não se perca aqui,
Conclua; até o último homem,
Até o dia em que eu partir.
Para descobrir o que a vida te custou,
Pela semente que caiu em terra
Pela semente que caiu em terra
E a princípio não prosperou...
Não a deixe esquecida.
Mas sob teu cuidado,
Te entrega à causa,
Te submete a espera
E retoma a lida.
Visa o fruto que ela a ti tornará
Se podes ver, trabalha
Pois agora, te resta tão somente - tocar.
Não a deixe esquecida.
Mas sob teu cuidado,
Te entrega à causa,
Te submete a espera
E retoma a lida.
Visa o fruto que ela a ti tornará
Se podes ver, trabalha
Pois agora, te resta tão somente - tocar.
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