sexta-feira, 5 de maio de 2017

Davi: O Rei Entre a Humildade e o Orgulho (2/4)


O menino cresceu... Em estatura, em poder, na fé? É de se esperar que um escolhido cresça ao lado do seu Deus, e o melhor dos treinadores lhe submeterá a séries exaustivas para fortalecer o indivíduo e o preparar.

O grande rei se viu pequeno diante dos inimigos que estavam ao seu derredor. No "lugar secreto", clamou ao seu Deus e colocou nele toda a sua confiança, acreditou no braço forte Dele; no socorro que viria do Justo. Viu-se em apuros, o que lhe levou a humilhar-se diante de Deus; características primordiais ao caráter cristão. 

Mas, e quando se é rei de uma das maiores nações do mundo? Mesmo com o seu início simples, desprovido de aparatos meramente humanos, chegou ao mais alto dos patamares. Mesmo provado pelo fogo, o rei deveria rejeitar o mais devastador dos sentimentos a um coração simples; o orgulho. O orgulho ofusca a glória do único que é digno de tê-la.

Então subiu a sua mente orgulhar-se de seus feitos, traze-los para si e admira-los. Não pensou em circunstâncias, e esse é o primeiro passo para o pecar: cegar... A cegueira -  loucura repentina para buscar satisfazer o ego -  leva o homem a agir de forma instintiva, ou seja, maldosa. Esse "câncer" o faz esquecer do chão a qual outrora pisou, sua cabeça está no topo, no topo do orgulho: é, por consequência, naturalmente reprovado por Deus.

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